Muito chego a pensar... e volto a vagar na demência que conforta... porque na verdade pouco a eles importa, se "uma criança Sorridente, feia e morta estende a mão..." é natal, festa... só mais um na multidão...
Muitas são as delicias dessa vida, mas nada se compara ao prazer das curvas que por mim esperam em uma certa estrada singela, atemporal fálica e mágica entre as montanhas do vale e as águas do paraíba
O cenário pronográfico da Cinelândia Paulistana tem uma longa história, tanto do ponto de vista urbanístico quanto do sóciocutural. No documentário Em Busca do Gozo Perdido, esse universo é abordado buscando penetrar nas implicações de um gênero cinematográfico específico: sem deixar de dialogar com as mudanças do espaço urbano paulistano e da própria história do cinema.
FICHA TÉCNICA Alex Monfourt (Roteiro) Fernando Frias (Direção) Leandro Meneses (Pordução) Karen Abe (Som Direto) Henrique Drovandi (Fotografia) Marie Goulart (Edição e Montagem)
Vídeo produzido para o programa "Mulheres Poderosas" da AllTv, exibido
29/07/2008 (terça-feira)
FICHA VÍDEO: Produção e Pós-produção: Karen
Abe Fotografia: Marina Figueiredo Colaboração: Bruna Filmagem
realizada 27/07/2008 no RJ
FICHA PROGRAMA: Apresentação: Floriana
Striker, Silvia Canquerine e Karen Abe Produção: Renato Loeb e Karen Abe
Exibição: terça-feira (semanal) Horário: 15h00 às 16h00 Local: Alltv
Site: www.alltv.com.br Tema do dia 29: Sexo sem Amor
Salve! Salve! Meu GPS deu tilt! O caldo do mingau engrossou demais por essas bandas!
Tava ralo. Ralinho de dar dó. Mais minguado que a minha conta bancária.
Aí, me aconselharam a por mais leite. Eu pus. Mais maisena. Eu pus. Gritaram farinha! Eu pus sem hesitar. E foram me aconselhando a por mais isso, mais aquilo. E eu fui pondo. Fui pondo. Fui pondo. Até que a papa passou de mingau a cimento! Bateu no esôfago. Caiu seco no estômago. Deu uma indigestão da-na-da!
Fiquei um mês conversando com o tal. Até me acostumei. Eu acordava. Ele me dizia bom dia. Eu ia trabalhar. Ele ia comigo. Eu ia pro cinema. Ele topava na hora. Eu ia dormir. Ele sussurrava um boa noite.
Aí passou. Ufa! Que alívio! Mas depois deu uma tristeza, um sentimento de vazio, de solidão. Percebi que o mardito era um companheiro pra todas as horas. Passei a sentir falta. Corri psicólogo, terapeuta, pai de santo, pastor, monge. Gastei uma nota de tempo e nada.
Os meses foram passando. O mingau virando lembrança. Um dia, andando pelas ruas do centro, topei com um churrasco grego. Daqueles bem encorpados! Não resisti. Mandei pra dentro. Na horinha, a gordura chamou aquela nausea gostosa. Hoje, estamos juntos a quatro meses!
ps: pra quem disser que não tem pé, nem cabeça... vá cuidar do seu mingau! ou do seu churrasco grego! ou sei lá o que...